segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pipoca Gelada


Demi Lovato na Disney!!!A diva  fez a trilha sonora do novo filme da Disney Frozen:Uma aventura congelante,esse novo filme é uma nova versao do conto da Rainha das Neves.Nesse filme a princessa Elsa, a futura rainha de Arendelle, nasceu com a capacidade mágica de criar gelo e neve, embora tenha escondido isso de todos, incluindo a sua irmã mais nova, Anna. Após seus poderes, acidentalmente, condenarem o reino a um inverno eterno, ela foge e auto-exila-se num castelo de gelo. Agora cabe a Anna e Kristoff, um destemido homem da montanha, partirem numa jornada para trazerem Elsa de volta a Arendelle e reverterem o inverno em verão.Esse filme foi ao ar em 25 de novembro de 2013 nos EUA,e sera trasmitido em janero noBrasil,mesmo assim o filme ja alcalça alto nivel de espectadores nos EUA e Canada,empatando até com o filme Em Chamas.Entao nao percam esse grande filme.















Chegando com Estilo



Lorde: sem ostentação
Foto: Divulgação
A novo cantora Lorde,esta chegando com estilos nas paradas musicais,ela é jovem,bonita e parece ter um grande futuro na carreira da musica,o seu primeiro hit Royals,já é um sucesso,mesmo sendo uma musica calma e tranquila também tem batida e sentimento,mas a cantora  tb tem se metidos em algumas furados por causa de suas criticas,deem uma olha nessa reportagem.





Ela já chegou batendo recordes: aos 16 anos, se tornou a cantora mais jovem a ocupar o topo da parada da “Billboard” nos Estados Unidos em 25 anos. Vinda da Nova Zelândia, ela desbancou até mesmo a ex-Clube-do-Mickey-agora-polêmica Miley Cyrus, onipresente no noticiário internacional nos últimos meses. Logo todo mundo quis saber quem era a tal novata, que atende por Lorde. Mas não só pelo fator “nova celebridade na área”, não. O hit “Royals” chamou a atenção de críticos e de publicações especializadas, que colocaram seu álbum de estreia, “Pure heroine”, recém-lançado no Brasil, entre os mais bem falados deste ano prestes a acabar. Com pouquíssima experiência nos palcos, foi escalada com destaque para a próxima edição do Lollapalooza no Brasil.

— Não acho que eu esteja seguindo um caminho diferente. Eu só venho de outro lugar, tenho histórias diferentes, acredito em outras coisas — conta Ella, em entrevista exclusiva ao GLOBO. — Todo mundo me compara com a Miley, mas não sei bem o porquê. A verdade é que não sou competitiva o suficiente para fazer comparações com as minhas colegas — complementa a cantora, que recusou a oportunidade de abrir os shows da turnê mundial de Katy Perry (de quem gosta) por não achar que era o certo para sua carreira.Inspirado pelos aristocratas (“mas com um e, para ficar feminino”), Lorde é o nome artístico de Ella Yelich-O'Connor, agora com 17 anos (aparentando mais, é verdade). Os temas de suas faixas são aqueles comuns à sua idade, como festas com os amigos, tristezas e amores. Mas, na contramão de suas contemporâneas, mais uma vez demonstra maturidade ao questionar a ostentação do mundinho pop quando diz contar dinheiro para sair e não ligar para carrões, festas cheias de gente famosa e bebidas caras. Ela, porém, nega que o contraste seja proposital.
A postura quase blasé não a manteve afastada de polêmicas neste pouquíssimo tempo de showbiz. Ao criticar Selena Gomez por “antifeminismo” e os rappers Nicki Minaj e Drake, cujos temas considera “irrelevantes”, a mocinha comprou brigas públicas. Talvez por isso (e muito provavelmente aconselhada por um assessor), se recuse a falar de outro assunto espinhoso. Ao se opor ao estilo de vida bling-bling de grande parte do hip-hop, Ella acabou acusada de racismo:
— Não tenho nada a dizer, essa acusação não me preocupa. Só quis discutir as diferenças entre o estilo de vida cantado na música pop e o que eu vivia. A gente não dirige carrões, não bebe champanhe por aí.
Sua autodefesa, porém, acaba vindo de forma velada. Ao citar suas maiores influências, enumera de cara o megalomaníaco Kanye West e a diva Grace Jones, entre outros nomes, como David Bowie:
— Gente que tem essas longas carreiras, se reinventa e consegue soar diferente.
Filha de um engenheiro e da premiada poeta Sonja Yelich, Ella era uma menina que costumava sair com os amigos e andar pela cidade para colocar as ideias em ordem. Ou então ficava quieta em seu canto, atracada com seus livros (entre os autores favoritos da cantora estão Raymond Carver e T.S.Eliot). Descoberta em um concurso de escola, trabalhou com o produtor local Joel Little por quase três anos até chegar ao EP “The love club”, lançado em novembro passado. O disquinho veio sem covers, partes rappeadas e batidas dançantes, totalmente diferente do usual para uma artista pop. Na arte da capa, nada de fotos bem produzidas e photoshopadas, e sim uma versão ilustrada de si mesma, em traços estranhos. Ao optar por distribuir o disquinho de graça na rede, chegou aos 60 mil downloads após ter “Royals” indicada por Sean Parker, criador do Napster.
— Eu queria ser acessível para as pessoas da minha idade, fazer o mesmo que os artistas independentes que eu admiro fazem — conta a cantora, que, apesar de extremamente jovem e ainda desconhecida, resistiu aos apelos da indústria e conseguiu se manter firme em suas posições, seguindo os mesmos preceitos após ser contratada pela gigante Universal e lançar “Pure heroine”. — Quis que a capa do disco lembrasse a de um livro. E você não vê fotos dos autores na capa dos livros, né? Achei legal também que as pessoas não soubessem nada sobre o disco só de ver a capa, elas têm que ouvir para descobrir o que está lá dentro.
Ao ser questionada sobre a pressão advinda da fama, mais uma vez ela dá de ombros:
— Por que eu me sentiria pressionada? Eu realmente me sinto bem. Não imaginava que uma coisa dessas fosse acontecer, só achava que tinha gravado algo legal e fiquei bastante orgulhosa com o resultado do disco, mas você nunca sabe se as pessoas vão gostar , então acabei sendo surpreendida.
O sucesso, para ela, também não se transformou em fórmula:
— Sou uma mulher diferente da que escreveu o primeiro disco. Para o próximo, tenho composto sobre minhas viagens, sobre essas coisas que ando fazendo. Quero continuar surpreendendo, fazendo coisas diferentes e sendo verdadeira comigo mesma.